Campanha Antes que Assassinem o Casal
de Denunciantes da Máfia do Transplante de Medula Óssea, Herlene e Ivo Sotn
*Esta campanha tem base no caput do artigo 5° da Constituição Federal
(inviolabilidade do direito à vida) e seguirá as recomendações para campanhas
da legislação tributária vigente, com prestação de contas, ao final, à
Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia e à Receita Federal do Brasil, para o
pagamento do ITCMD e esclarecimento quanto a possíveis doações internacionais.
Por conta de seu alto teor denunciatório contra o Gueto Genético da Morte
instituído no Brasil pela Máfia do Transplante de Medula Óssea, este documento
foi autenticado em cartório e enviado em anexo à Procuradoria Geral da
República, Polícia Federal do Brasil, Conselho Federal da Ordem dos Advogados
do Brasil, Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos
Estados Americanos, nos Estados Unidos, e ao Tribunal Penal Internacional
e Corte Internacional de Justiça, órgãos supremos da justiça internacional, sediados
em Haia, na Holanda. O documento tem exatas 50 páginas,
ricas em gráficos e imagens cruciais para o entendimento de nossa luta. Nosso
trabalho, a partir da veiculação, nas mídias sociais, do conteúdo da PETIÇÃO
DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS
BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES HEMATOLÓGICOS, onde abordamos com
irrefutabilidade jurídica e científica a inconstitucionalidade da Portaria N°
844 e irregularidades na condução das políticas e programas para transplante de
medula óssea no Brasil, passou a contar com informantes extraoficiais de
diversas partes do Brasil e do mundo, profissionais que, apesar de estarem por
trás de instituições encabrestadas pela diplomacia, não suportavam mais ver as
sujeiras dos dirigentes brasileiros na condução de um Genocídio contra crianças
carentes negras, índias e mestiças brasileiras portadoras de leucemia, ligados
a instituições de peso internacional, como o National Marrow Donor Program,
banco americano de doadores de medula óssea, World Marrow Network for a Blood
& Marrow Transplantation, Federação Europeia de Imunogenética, World Marrow
Donor Association, Interpol, Mossad, Tribunal de Contas da União, Serviço
Federal de Processamento de Dados, Datasus e o próprio Instituto Nacional de
Câncer, dentre outros. Todas as informações oriundas destas fontes foram
enviadas para o MESS de forma gratuita e extraoficial, para fins de uso
humanitário. Nosso interesse em escrever algo tão extenso e pormenorizado tem
uma finalidade específica: municiar com o máximo de informações a respeito de
nossa luta a todos que tiverem acesso ao mesmo. Recomendamos que nenhuma doação
seja feita sem que cada um destes dados sejam analisados.
Foto: Herlene e Ivo Sotn – 11 de dezembro de 2011-
Camaçari, Bahia. Arquivo de família.
Foto ilustrativa para o vídeo da
gravação da conversa telefônica entre Ivo Sotn e o doutor Luis Fernando Bouzas.
Fontes das fotos utilizadas: arquivo de família de Ivo Sotn, Globo News, Google
e INCA.
Campanha para a arrecadação de fundos para garantir
a saída imediata do Brasil do casal responsável pela investigação e denúncia
perante o Tribunal Penal Internacional contra a matança promovida pelo
Instituto Nacional de Câncer (INCA)/Ministério da Saúde do Brasil contra
crianças carentes negras, índias e mestiças portadoras de leucemia e outros
cânceres hematológicos, através das ações criminosas da Máfia do Transplante de
Medula Óssea, organização chefiada pelo doutor Luis Fernando da Silva Bouzas,
empresário fraudulento do ramo de transplantes de medula óssea, através da
empresa Serviços Médicos Bouzas e Brandão Ltda, nome fantasia Medcel Medicina
Celular, e maior autoridade do governo Dilma Rousseff para as políticas
relacionadas ao transplante de medula óssea, ocupando no Ministério da Saúde do
Brasil os cargos de diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do
Instituto Nacional de Câncer e os cargos de coordenado nacional do Registro
Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), do Registro Nacional
de Receptores de Medula Óssea (Rereme), do Registro Nacional de Sangue de
Cordão Umbilical (Renacord) e da rede brasileira de bancos públicos para
armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário, a Rede BrasilCord. O
doutor Luis Fernando Bouzas é responsável por chefiar a organização
criminosa intitulada Máfia do Transplante de Medula Óssea, responsável por
instituir no Brasil um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças
carentes negras, índias e mestiças portadoras de cânceres hematológicos, em prol
do monopólio criminoso sobre as atividades legais e ilegais relacionadas ao
transplante de medula óssea no país, ao lado do empresário do ramo de
transplantes de medula óssea e ex-ocupante de seus cargos no INCA/Ministério da
Saúde, doutor Daniel Tabak, dono da empresa Centron, Centro de Tratamento
Oncológico, responsável pela cura da autora de novelas Glória Perez, do doutor
Vanderson Rocha e doutora Yana Novis, chefes do Serviço de Transplante de
Medula Óssea do Hospital Sírio-Libanês, responsáveis pelos tratamentos
onco-hematológicos da presidente Dilma Rousseff e do ator Reinaldo Gianecchini,
do doutor Nelson Hamerchlak, chefe do Centro de Oncologia e Hematologia do
Hospital Israelita Albert Einstein, responsável pelo transplante de medula
óssea da atriz Drica Moraes, do diretor-geral do INCA, doutor Luís Antônio
Santinni, e do presidente da fundação mantenedora do INCA, a Fundação do
Câncer, doutor Marcos Fernando Oliveira Moraes, responsável pelo tratamento da
atriz Patrícia Pillar, do ex-ministro do ex-ministro da saúde, Alexandre
Padilha, do atual ministro da Saúde, Artur Chioro, do coordenador do Sistema
Nacional de Transplantes, doutor Helder Murati, do secretário de atenção à
saúde da Secretaria de Atenção à Saúde, doutor Helvévio Miranda Magalhães
Júnior, e do presidente da Hemobrás, Rômulo Maciel Filho, dentre outros
renomados profissionais da saúde brasileira.
A
Máfia do Transplante de Medula Óssea desenvolveu, ao longo de seus 21 anos de
funcionamento dentro do INCA/Ministério da Saúde, a partir da criação do
Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, o Redome, pelo casal
de médicos Maria Eliza Hue Moraes e José Roberto Feresin Moraes, no INCA, no
ano de 1993, um complexo de esquemas e subesquemas de corrupção para suprir a demanda
no mercado negro internacional de células-tronco hematopoiéticas (CTH, a medula
óssea), tornando o Brasil no maior exportador mundial deste rico material
genético, capaz de restituir a vida a milhares de pessoas em todo o mundo
afetadas de leucemias e outros cânceres passíveis de transplante de medula
óssea.
Dentre
as atividades supracitadas exploradas pela Máfia do Transplante de Medula
Óssea, contam-se:
Fotografia: placenta e cordão umbilical, material
rico em células-tronco hematopoiéticas, traficadas pela Máfia do Transplante de
Medula Óssea para todas as partes do mundo. Fonte: Diário de Biologia.
1°
Esquema de Corrupção:
Monopólio e tráfico internacional de células-tronco hematopoiéticas (a medula óssea) de doadores de medula óssea cadastrados no Redome e de sangue de cordão umbilical e placentário doados à Rede BrasilCord, que congrega os bancos públicos para armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário no país, e células-tronco hematopoiéticas processadas e armazenadas em bancos privados e concentração criminosa dos cadastros do Redome nos Estados de maior atuação da Máfia, no eixo Sul/Sudeste do país, aumentando, desta forma, as chances de pacientes da raça branca na identificação de doadores de medula óssea, uma vez que o transplante de medula, por depender de quase 100% de compatibilidade entre o doador e o receptor, requer que ambos sejam de um mesmo grupo étnico, o que significa que, se tivermos um registro de doadores com uma predominância da raça branca, as outras representações raciais ficarão segregadas num “Gueto Genético”, com suas chances criminosamente diminuídas. Os gráficos a seguir, da Rede Brasil de Imunogenética, dão uma dimensão do crime que foi cometido, a partir de 1993, com a criação do Redome, por estes indivíduos que estão à frente das principais instituições brasileiras para o tratamento onco-hematológico.
Através dos gráficos anteriores, podem-se notar as
dificuldades encontradas pelas outras representações raciais diante da raça branca. Apesar de ser maioria na
população brasileira, negros, índios e mestiços estão segregados nos registros
do Redome, que concentrou 43% de suas vagas, ao longo de 21 anos de
funcionamento, para brancos. Fonte: Rede Brasil de Imunogenética.
Foto: distribuição de 3.093.847 doadores do Redome
por Estado. O Estado de São Paulo, reduto escolhido pela Máfia para a
concentração dos cadastros do Redome e Centros para transplante de medula
óssea, conta com 831.790 destes doadores de medula óssea.
Fonte: http://imunogenetica.org
2° Subesquema de Corrupção:
Coleta ilegal (sem o consentimento das parturientes), processamento e armazenamento ilegal em bancos privados e públicos da Rede BrasilCord de sangue de cordão umbilical e placentário obtidos através da usurpação de resíduos de parto (placenta e cordão umbilical). Este material é rico em células-tronco hematopoiéticas, com capacidade de substituir, através do transplante, uma medula óssea deficitária.
3° Subesquema de Corrupção:
Inserção
de dados falsos de doadores de medula óssea no Registro Nacional Doadores
Voluntários de Medula Óssea, o Redome, para a usurpação das verbas pagas pelo
Ministério da Saúde por exames de histocompatibilidade (HLA), o que gerou no
ano de 2013 uma verdadeira onda de protestos online de internautas que haviam
tentado confirmar seus cadastros no Redome e recebiam a resposta de: “Cadastro
inexistente”, o que gerou a criação de um grupo no Facebook intitulado: NOSSOS
CADASTROS NO REDOME JÁ! É O NOSSO DIREITO DE DOADOR!, grupo formado por 805
militantes voluntários na área de captação de doadores de medula óssea. O exame
de HLA é utilizado em todos os doadores cadastrados em registros de doadores de
medula óssea no mundo todo, pois é o que vai determinar as características
genéticas daquele doador, para a comparação de compatibilidade com possíveis receptores.
Enquanto nos Estados Unidos e grande parte dos países da Associação Mundial de
Doadores de Medula Óssea (World Marrow Donor Association) é utilizada a técnica
do cotonete bucal, cujo exame consiste em esfregar um cotonete nas paredes da
bochecha para a coleta de material genético, um processo mais barato (cerca de
US$ 62,00 dólares), simples (por não envolver retirada de sangue, pode ser
feita em qualquer lugar) e indolor, no Brasil é realizada a coleta de sangue,
operação muito mais dispendiosa e arcaica, mantida apenas com o fim de encher
os cofres da Máfia, uma vez que a mesma domina todos os laboratórios públicos e
privados que realizam este tipo de exame. Se nos Estados Unidos o banco
americano de doadores de medula óssea, National Marrow Donor Program, gasta US$
62 dólares para cadastrar um doador de medula óssea, no Brasil, de acordo com a
Portaria N° 844, este valor é de R$ 375,00 reais, fraude que gerou uma situação
de desvio de cerca de R$ 267 milhões de reais em 21 anos de funcionamento do
Redome, soma correspondente a cerca de 700 mil doadores fantasmas cadastrados
no registro (doadores cadastrados com exames clonados de doadores já
cadastrados no registro, oriundos de bancos de sangue de cordão umbilical e
placentário (BSCUP) privados ou de doadores que simplesmente tiveram seus dados
destruídos (até o ano de 2013, quando fizemos a denúncia contra a destruição de
dados cadastrais no Redome, o doador, na maioria das vezes, não recebia nenhuma
carteira ou número de seu cadastro do registro, o que facilitava a fraude).
Foto da página do grupo: Nossos cadastros no Redome
já!, criado no Facebook por militantes voluntários da causa onco-hematológica
brasileira, para denunciar a destruição de dados cadastrais de doadores de
medula óssea do Redome. Fonte: MESS-Arquivos.
4° Subesquema de Corrupção:
Pagamento
de propinas milionárias a auditores do Tribunal de Contas da União para que os
laboratórios de imunogenética (pertencentes a empresários de fachada,
dominados, virtualmente, pela Máfia) mantenham os lucros sobre os exames de HLA
convencionais (vide texto acima), em detrimento da técnica dos cotonetes
bucais.
5° Subesquema de Corrupção:
Lucro
através do recebimento de propinas milionárias das gigantes farmacêuticas produtoras
das drogas quimioterápicas e pós-quimioterápicas para não realizar o
transplante de medula óssea em pacientes carentes com doadores já identificados
e em condições clínicas favoráveis para se submetem ao transplante, com o fim
torpe de prolongar o tratamento doloroso de quimioterapia e pós-quimioterapia,
administradas com drogas caríssimas fornecidas, mediante contratos fraudulentos
firmados entre indústrias farmacêuticas e integrantes da Máfia responsáveis
pela compra destas drogas no Ministério da Saúde. Quanto mais tempo um paciente
permanecer doente, mais caro para o Estado, mais rentoso para a Máfia (...).
6° Subesquema de Corrupção:
Venda de transplante de medula óssea para pacientes da rede privada em Hospitais públicos (...).
7° Subesquema de Corrupção:
Realização de TMO alogênicos em centros não credenciados pelo Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde/Ministério da Saúde. As fotografias abaixo foram tiradas do site da clínica e laboratório Serviços Médicos Bouzas e Brandão, nome fantasia Medcel Medicina Celular, empresas de propriedade do doutor Luis Fernando Bouzas e sua esposa, Andrea Brandão. Na fotografia N° 2, pode ser ler claramente:
“A equipe médica da Medcel está autorizada pelo
Sistema Nacional de Transplantes a realizar transplantes de medula óssea
autogênicos (do paciente para si próprio) e alogênicos (com doador
selecionado), estando credenciada a realizar estes procedimentos em diversos
hospitais do Rio de Janeiro, como o Pró-cardíaco e o Hospital Central de Niterói”.
Detalhe: se procurarmos no site do Datasus/Cadastro
Nacional de Estabelecimentos de Saúde, não encontraremos nenhum dos hospitais
citados dentre os cadastrados a realizar este tipo de procedimento, como
pode-se constatar através da tabela na terceira imagem a seguir. Insta frisar
que, após a divulgação da identidade dos verdadeiros donos da Medcel Medicina
Celular pelo MESS, no dia 2 de outubro de 2013, o site da empresa, hospedado no
endereço: http://medcel.net.br, foi
tirado do ar.
Foto: corpo clínico da empresa ilegal do ramo de
transplantes do doutor Luis Fernando Bouzas (o último, à direita). Após a
divulgação das identidades dos verdadeiros donos, o site foi retirado do ar.
Foto: Atividades fraudulentas da Medcel Medicina
Celular.
Fonte: http://medcel.net.br – MESS -
Arquivos.
8° Subesquema de Corrupção:
Maximização do capital de instituições privadas gerenciadas por membros da Máfia com verbas públicas (bancos de sangue de cordão umbilical e placentário dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, e das faculdades de medicina da Universidade de São Paulo em Campinas e Ribeirão Preto) (...).
9° Subesquema de Corrupção:
Lobby:
uso da bandeira da causa onco-hematológica brasileira para eleger, fortalecer
ou empossar membros da Máfia em cargos públicos estratégicos, com o objetivo de
legislar e administrar em prol dos interesses da organização (Beto Albuquerque,
Humberto Costa, Jorge Solla, José Gomes Temporão, Alexandre Padilha, Diogo
Mendes, etc.) (...).
10° Subesquema de Corrupção:
10° Subesquema de Corrupção:
Lucro sobre as atividades de transplantes de medula óssea na rede privada, através da violação da lista de espera para transplante de medula óssea em prol de pacientes de hospitais particulares, controlados pela organização (vide os casos do doutor Daniel Tabak, fundador e um dos líderes da Máfia, que ocupou o cargo do doutor Luis Fernando Bouzas no INCA de 1987 a 2003 e o caso do próprio Bouzas: http://www.istoe.com.br/reportagens/17905_ROTA+DE+COLISAO+NA+SAUDE) (...).
11° Subesquema de Corrupção:
Lucro
sobre o armazenamento de SCUP na rede privada, através de estelionato: mesmo
com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, da WBMT, da WMDA, etc.,
da própria Anvisa e Ministério da Saúde do Brasil, da maioria dos próprios
membros da Máfia de que o armazenamento na rede privada é desnecessário
(recomendação feita de modo teatral, apenas publicamente, uma vez que eles, por
estarem em contato permanente com membros ilustres das mais importantes
sociedades ligadas à terapia celular, precisam passar uma imagem de
profissionais éticos e este tipo de prática (armazenamento de cordão umbilical
na rede privada) é visto como um estelionato pelos profissionais sérios da
área, uma vez que estas empresas que oferecem armazenamento de células-tronco
valem-se da completa ignorância de seus clientes sobre o assunto (as chances de
um cordão umbilical armazenado na rede privada ser utilizado pelo próprio paciente
são perigosas, geneticamente, e inferiores a 1%, de acordo com o Eurocord, rede
de bancos europeia e National Marrow Donor Program, banco americano, uma vez
que, se a criança doadora do cordão apresentar um diagnóstico de qualquer
doença maligna hematológica as próprias células do "cordão"
armazenado tem grandes chances de ter vestígios da doença).
A Máfia possui uma equipe vasta, preparada, espalhada pelas maternidades de todo o país e até em alguns países do exterior, atentas as gestantes com poder aquisitivo, capazes de pagar cerca de R$ 3.000 reais para o armazenamento do SCUP nestes bancos privados mais uma taxa anual de cerca de R$ 600,00 (seiscentos reais). Estas gestantes são induzidas a pagar pelo armazenamento do SCUP de seus bebês nestes bancos, enganadas pela certeza de que estão fazendo um grande investimento para o futuro de seus filhos, o que constitui estelionato (...).
A Máfia possui uma equipe vasta, preparada, espalhada pelas maternidades de todo o país e até em alguns países do exterior, atentas as gestantes com poder aquisitivo, capazes de pagar cerca de R$ 3.000 reais para o armazenamento do SCUP nestes bancos privados mais uma taxa anual de cerca de R$ 600,00 (seiscentos reais). Estas gestantes são induzidas a pagar pelo armazenamento do SCUP de seus bebês nestes bancos, enganadas pela certeza de que estão fazendo um grande investimento para o futuro de seus filhos, o que constitui estelionato (...).
Foto tirada do site de um dos
bancos de armazenamento de sangue de cordão umbilical, o CordVida, pertencente
a uma das células mais atuantes e renomadas da organização criminosa, a
cientista Lygia da Veiga Pereira. Entre os dias 22 e 29 de julho de 2013, Ivo
Sotn e Lygia da Veiga Pereira iniciaram uma conversa via Facebook. Ao perceber
a dimensão das informações do MESS, através de uma pergunta sobre imunogenética
simples, feita por Ivo Sotn, mas bastante comprometedora para alguém envolvida
diretamente com a Máfia responder, ela simplesmente desapareceu. A conversa
pode ser lida em: http://genomabrasil.blogspot.com.br/2014/01/conversa-com-cientista-lygia-da-veiga.html
MESS - Arquivos.
12° Subesquema de Corrupção:
Substituição de SCUP dos tanques de bancos privados por sangue comum (material incapaz de ser utilizado num transplante) para a utilização, sem o consentimento dos pais, donos do material, através do tráfico, em transplante de medula óssea pagos por pacientes da rede privada (...).
13° Subesquema de Corrupção:
Armazenamento
ilegal de SCUP nos bancos da Rede BrasilCord, colhidos ilegalmente em
maternidades das redes pública e privada, sem o consentimento das parturientes
(...).
14° Subesquema de Corrupção:
Implantação
clandestina, em solo brasileiro, através - sobretudo - do Porto de Santos, em
laboratórios e bancos fraudulentos como a Medcel, Cryopraxis, CordVida,
Criogênesis, BCU, etc., de tanques de nitrogênio líquido para armazenamento de
SCUP, produzidos pelas multinacionais Thermogenesis e Totipotente RX, para armazenamento
ilegal de SCUP obtidos de forma ilegal em maternidades de todo o país (...).
15° Subesquema de Corrupção:
15° Subesquema de Corrupção:
Recebimento
de propinas milionárias sobre a "venda" da concessão à Thermogenesis
para equipar os laboratórios da Rede BrasilCord com tanques de nitrogênio
líquido e demais equipamentos (...).
16° Subesquema de Corrupção:
16° Subesquema de Corrupção:
Monopólio
sobre as atividades transfusionais no Brasil, através da manutenção de membros
da Máfia nestes cargos estratégicos - Sistema Nacional de Sangue e
Hemoderivados, Hemobrás e hemocentros estaduais (...).
17° Subesquema de Corrupção:
Pagamento
de propinas e uso dos órgãos do Ministério da Saúde para favorecimento de ONGs
comandadas por executivos (a) corruptos, os quais participam daquilo que se
evidenciou, perante nossas investigações como a " Grande farsa dos
defensores da causa onco-hematológica perante a sociedade" - vide Merula
Steagall, Carmem Vergueiro, Núbia Mendonça, Roberto Sá Menezes, etc.
A presidente da Abrale Merula Steagall e o ministro Alexandre Padilha,
na reunião do dia 8 de agosto de 2012: uma farsa macabra para esconder da
população brasileira a Portaria N° 844, que limitou criminosamente as chances à
vida de crianças brasileiras negras, índias e mestiças brasileiras portadoras
de leucemia. Foto: Abrale.
18° Subesquema de Corrupção:
Uso dos órgãos do Ministério da Saúde/Governo Federal para financiar, por meio de "suborno legal", associações e sociedades científicas, no intuito de manter pesquisadores renomados da área de terapia celular e jovens estudantes encabrestados pelos interesses da Máfia nas áreas de pesquisas: manter a população brasileira em erro, enganada quanto suas reais necessidades na área do tratamento onco-hematológico - vide os dados vazados displicentemente pela Sobope (Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) sobre as MAIS DE 3 MIL CRIANÇAS PORTADORAS DE LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA, em agosto de 2013, dados estes passados de forma displicente pela doutora Carla Donato Macedo, quando quis comemorar publicamente o fato de a Sobope, ao lado da Abrale e a Ameo, terem "conseguido" a garantia do medicamento L - asparaginase para o tratamento de mais de 3 MIL CRIANÇAS (SÓ CRIANÇAS) portadoras de leucemia linfóide aguda, número muito distante do praticado pela Máfia, através do Ministério da Saúde, para manter a população em erro e relativizar a dimensão do problema onco-hematológico, número que varia entre 1.000 e 1.500 pacientes que aguardam por transplante de medula óssea (...).
19° Subesquema de Corrupção:
Monopólio sobre os centros de transplante de medula óssea, concentrando-os nos estados com o maior número de representantes da Máfia, Sul e Sudeste. De acordo com o Datasus, dos 28 centro habilitados a realizar o transplante de medula óssea alogênico (feito entre o doador e o receptor) 25 deles estão nesta área, 16 só no Estado de São Paulo (...).
Foto acima: Tabela de Centros de Transplante de
Medula Óssea habilitados a realizar transplante alogênico (com doador
selecionado pelo Redome) no Brasil. Fonte: site do Datasus/CNES – MESS –
Arquivos.
20° Subesquema de Corrupção:
Abastecimento do mercado global na demanda por células-tronco hematopoiéticas, através do envio de material genético do povo brasileiro para todas as partes do mundo onde se pratica o transplante de células-tronco hematopoiéticas (TCTH).
Antes
de contribuir com nossa campanha, leiam com atenção nossa mensagem ao povo
brasileiro e comunidade internacional.
Uma breve explicação sobre a
legitimidade de nossa organização.
O
MESS - Serviço de Inteligência Extraoficial Para Investigação e Denúncia Junto
ao tribunal Penal Internacional foi fundado por mim, Ivo Sotn (Ivonilson Santos
Sousa), e minha esposa Herlene Sotn (Herlene Hilze de Araújo Souza) no dia 9 de
outubro de 2012, através da publicação do: DOSSIÊ DR.
ALEXANDRE "MENGELE" PADILHA
Documento que reúne o abaixo-assinado
virtual intitulado:
PETIÇÃO REVOGAÇÃO DA PORTARIA N° 844,
DE ALEXANDRE PADILHA, MINISTRO DA SAÚDE DO BRASIL
E, a partir do dia 29 de outubro de 2012, da:
PETIÇÃO DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTE
DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES
HEMATOLÓGICOS
Na
página Sob o Sol de Auschwitz, página do documentário que estávamos produzindo
com o intuito de expandir os registros de doadores de medula óssea no Redome e
instruir a população quanto aos benefícios da doação de medula óssea, além de
contar a triste história ocorrida com nossa família em 2007, quando perdemos a
Evelyn, minha sobrinha, para a Máfia do Transplante de Medula Óssea. A
sigla MESS é uma homenagem nossa a ela. Significa: Movimento Evelyn Sousa da
Silva.
Foto acima: Evelyn em seu leito, no
Hospital São Rafael – Início de 2008 – Salvador, Bahia. Fonte: arquivo de família.
A produção deste documentário foi
interrompida com a instituição da Portaria N° 844, contra a qual passamos a
lutar.
(Sobre a produção do documentário Sob
o Sol de Auschwitz, ler a matéria do dia 1 de outubro de 2012: O INCENTIVO PELA
DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA SERÁ TEMA DE DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO EM CAMAÇARI: https://camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=186515)
Evelyn
foi uma das milhares de vítimas da Máfia do Transplante de Medula Óssea,
assassinada no dia 13 de agosto de 2008, após ter tido sua cura anunciada pela
doutora Núbia Mendonça, médica empresária do ramo oncológico, ex-presidente da
Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope), diretora do Gaac (Grupo
de Apoio à Criança com Câncer) e membro relevante da Máfia na Bahia, ao lado do
presidente do Gaac, Roberto Sá Menezes, do ex-secretário de saúde, Jorge Solla,
da presidente da Associação dos Transplantados da Bahia, Márcia Chaves, do
presidente da Fundação Hemoba, José Raimundo Mota de Jesus, e do chefe do
serviço de transplante de medula óssea dos hospitais Professor Edgar Santos e
São Rafael, doutor Marco Aurélio Salvino. As pessoas supracitadas, reunidas em
conluio, decidiram não renovar o convênio que o Hospital Português, privado,
tinha com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia para realizar transplante de
medula óssea em pacientes carentes, oriundos da rede pública, suspendendo
assim, no ano de 2007, as atividades para transplante de medula óssea no Estado
para pacientes da rede pública, uma vez que estes procedimentos continuaram
sendo realizados clandestinamente para pacientes particulares, nos hospitais
Português e São Rafael, estabelecimentos estes não credenciados para realizar
este tipo de procedimento pelo Ministério da Saúde.
Os
meios utilizados para o assassinato de Evelyn constituem uma das facetas mais
perversas utilizadas pelos membros desta perversa organização: erradicar o
câncer do paciente carente apenas em nível clínico, com a supressão dos
sintomas da doença através de seções de quimioterapia/radioterapia, e
diagnosticar, de forma perversamente capciosa, a sua cura, com o fim de não
realizar o transplante de medula óssea em pacientes carentes que, na maioria
das vezes, tem doador compatível nos registros do Redome. Na maioria das vezes,
o câncer volta de uma forma muito mais agressiva e a recidiva e quase sempre
letal.
Levado
pelo desespero de ver minha sobrinha sendo assassinada aos poucos, por
criminosos frios, cheguei ao extremo de manter uma moça refém, através de um
sequestro, no banheiro da Clínica Ser, no bairro de Amaralina, Salvador, Bahia,
no dia 7 de março de 2007, ano da suspensão do convênio para transplante de
medula óssea pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. Em meu desespero,
tentei negociar a liberdade da refém com o governo do Estado pela transferência
de minha sobrinha Evelyn, na época com 3 anos de idade, para o Hospital
Sírio-Libanês, em São Paulo, referência internacional em transplante de medula
óssea. Após 10 horas de negociações, a refém teve um mal-estar e acabei libertando-a.
Eu sabia que não tinha o direito de expor ainda mais a sua vida a todos aqueles
riscos, mas a certeza de que se eu a libertasse estaria atirando para bem longe
a única chance de minha Evelyn ser curada da leucemia me oprimia. Eu sabia que
Evelyn morreria... e foi o que aconteceu.
Mais sobre o
sequestro:
O Movimento Evelyn Sousa da Silva
nasceu com a finalidade de revogar a Portaria Ministerial N° 844, baixa da pelo
ex-ministro da saúde do Brasil, Alexandre Padilha, no dia 2 de maio de 2012, o
que ocorreu no dia 25 de setembro de 2013, com a instituição da Portaria
Ministerial N° 2.132, e denunciar ao Tribunal Penal Internacional, Corte
Internacional de Justiça e comunidade científica internacional a criação de um
Gueto Genético da Morte no Brasil contra crianças carentes negras, índias e
mestiças portadoras de leucemia, como a nossa Evelyn, por meio da concentração
dos registros de doadores voluntários de medula óssea e atividades ligadas ao
transplante de medula óssea nos Estados das regiões Sul e Sudeste do Brasil,
regiões de predominância da raça
branca, o que subtrai criminosamente as chances de crianças de outras
representações étnicas, uma vez que o transplante de medula óssea,
diferentemente dos outros órgãos, requer uma compatibilidade de quase 100%
entre o doador e o receptor, compatibilidade esta conseguida mais facilmente em
grupos raciais homogêneos, ou seja, se a Máfia concentrou os registros do
Redome em Estados onde prevalece a raça branca, os pacientes
brancos terão, matematicamente, chances muito maiores em encontrar um doador
compatível que as outras representações raciais.
As
atividades do MESS têm espeque nos termos do parágrafo I do artigo 15 do
Estatuto de Roma (anexado à legislação brasileira por meio do Decreto N° 4.388,
de 25 de setembro de 2002 e Emenda Constitucional N° 45, de 30 de dezembro de
2004) responsável por punir indivíduos no mundo por Crimes Contra a Humanidade,
artigo que trata sobre a possibilidade da abertura de um inquérito pelo procurador-geral
do Tribunal, baseado no recebimento de informações sobre a prática de um ou
mais crimes da competência do Tribunal Penal Internacional e legitimidade com
base nos incisos XVII e XVIII do artigo 5° da Constituição Federal do Brasil.
Foto: cópia do Protocolo Tribunal
Penal Internacional - MESS, assinado em Haia, Holanda, no dia 17 de fevereiro
de 2014, pelo chefe da Unidade de Informação e Evidência do Gabinete do
Procurador, Mark P. Dillon, o que legitima a atuação do MESS perante o
Tribunal.
No
dia 8 de outubro de 2013 recebemos uma ligação do doutor Luis Fernando Bouzas,
empresário do ramo de transplantes de medula óssea, maior autoridade do governo
Dilma Rousseff para as políticas nesta área (em desacordo com as determinações
legais, as quais proíbem que empresários ocupem a chefia de cargos públicos
relacionados com a área de atuação de sua empresa) e chefe supremo da Máfia do
Transplante de Medula Óssea, denunciado pelo MESS à comunidade internacional
sob a acusação de chefiar a organização criminosa responsável por instituir no
Brasil, de acordo com os termos dispostos nos artigos 6 e 7 do Estatuto de
Roma, os quais tipificam os crimes de Genocídio e Apartheid Racial, um
verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças negras, índias e mestiças
portadoras de cânceres hematológicos, em prol do monopólio sobre as atividades
legais relacionadas ao transplante de medula óssea e sobre o comércio ilegal do
tráfico internacional de células-tronco hematopoiéticas (a medula óssea),
retiradas ilegalmente de doadores voluntários cadastrados no Redome, de bolsas
de sangue de cordão umbilical e placentário armazenadas na rede de bancos
públicos de sangue de cordão umbilical do Ministério da Saúde, a BrasilCord, e
de placentas e cordões umbilicais retirados ilegalmente do lixo hospitalar de
maternidades das redes pública e privada de todo o país.
O
doutor Luis Fernando Bouzas estava desesperado, por conta de nossas últimas
ações denunciatórias. Uma delas foi o envio de uma carta ao presidente da WBMT,
entidade da Organização Mundial de Saúde para as políticas de sangue e
transplante de medula óssea, Dietger Niederwieser, no dia 1 de outubro de 2013
e publicada, por volta das 19:00, sob o título do workshop que estava sendo realizado
em Salvador pela WBMT, com o título: 2 WORKSHOP WBMT-SALVADOR-BAHIA-BRAZIL:
MAFIA BONE MARROW TRANSPLANTATION, posteriormente alterado para: VENDE-SE
CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS PARA TRANSPLANTE, com a participação de
autoridades mundiais da área de transplante de medula óssea. Os anfitriões
deste workshop, ninguém menos que alguns de nossos principais genocidas: Luis
Fernando Bouzas, Marco Aurélio Salvino e Adriana Seber, dentre outros.
No
dia 2, esta carta foi enviada aos líderes das principais sociedades e
instituições de transplante de medula óssea no mundo (Federação Europeia de
Imunogenética, National Marrow Donor Program, World Marrow Donor Association,
Europen Group for Blood and Marrow Transplantation, etc.), muitos dos quais
estavam em Salvador, Bahia, participando do workshop, para o desconforto
geral... Através desta publicação, revelamos, pela primeira vez, as verdadeiras
identidades dos donos da empresa fraudulenta do ramo de transplantes, a Medcel
Medicina Celular: o doutor Luis Fernando Bouzas e sua esposa, Andrea Brandão,
informação enviada por um de nossos informantes no Governo Federal no dia 21 de
julho, detalhada com endereço, número da portaria que concedeu autorização para
o laboratório funcionar junto à Vigilância Sanitária, número da página do
Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Só tivemos que descobrir quem era
Andrea Brandão, nome que até aquele momento não tinha aparecido em nossas
investigações. Após muito trabalho, descobrimos que se tratava da esposa do doutor
Luis Fernando Bouzas. A dificuldade na identificação foi por conta dos
sobrenomes diferentes. Ligamos para a Medicel Medicina Celular, nos passando
por clientes interessados em realizar um transplante de medula óssea e
descobrimos mais detalhes sórdidos sobre os negócios do doutor Bouzas: a
empresa estava em funcionamento desde o ano de 2011. As conversas foram
gravadas e podem ser ouvidas em:
Ao
ver os segredos sujos de sua organização criminosa revelados para o mundo
científico e jurídico internacional, o doutor Luis Fernando Bouzas se
desesperou. Acabou nos telefonando.
Ao
longo de 1 hora, 27 minutos e 36 segundos, a maior autoridade do governo Dilma
Rousseff em políticas para transplante de medula óssea tentou nos convencer a
irmos ao Rio de Janeiro para receber suborno, oferecendo-nos, em troca de nosso
silêncio, uma cadeira nas reuniões de cúpula do INCA/Ministério da Saúde para
que, juntos, decidíssemos sobre os novos rumos das diretrizes das políticas
para transplante de medula óssea e armazenamento de células-tronco de sangue de
cordão umbilical e placentário no país. Na madrugada seguinte à ligação,
mandamos uma carta expressando categoricamente que não aceitaríamos suborno,
pedindo apenas que o doutor Luis Fernando Bouzas intermediasse a nossa saída do
Brasil via Governo Federal/Ministério de Relações Exteriores, uma vez que
passávamos, graças ao conteúdo daquela ligação, a condição de perigosíssimas
ameaças vivas à imagem do governo da presidente Dilma Rousseff e mais algumas
centenas de onco-hematologistas, geneticistas e políticos poderosos:
Por
conta de nossa recusa de suborno, passamos a sofrer uma perseguição terrível,
num nível muito maior e insuportável. Nos dias seguinte à ligação, 9 e 10 de
outubro, não saímos de casa. E no dia 10, quando nos dirigíamos à Associação
Paulo Tonucci, situada aqui em Camaçari, Bahia, para pegarmos um dinheiro
referente à venda de um quadro pintado por Herlene para uma das funcionárias
daquela instituição (já não tínhamos em casa nem o que comer, por conta desta
perseguição e uma quase tentativa de homicídio no dia 26 de setembro daquele
ano:
http://genomabrasil.blogspot.com.br/2014/01/qual-teria-sido-meu-destino-se-o-pneu.html ).
Na
oportunidade, fomos seguidos pessoalmente por um empresário petista local, um
dos responsáveis pelo comando da vigilância ilegal praticada por militantes
locais do PT, sob ordens da direção-geral do partido/Governo Federal. Com medo
de morrer e levarmos conosco os rostos de alguns de nossos principais
perseguidores, passamos a fazer vídeos e a tirar fotografias com nossos
próprios celulares, publicando-os nas mídias sociais, no intuito também de
retardar nossos assassinatos, uma vez que, ao publicar fotografias de diversos
de nossos perseguidores, expandimos as chances da polícia chegar aos principais
envolvidos, como pode ser constatado nestes links:
https://www.facebook.com/ivo.sotn/media_set?set=a.283944048426039.1073741836.100004313373197&type=3
Fim da Primeira Parte do Texto.
Para ter acesso a segunda parte do texto, Click no link abaixo:
http://mess-tpi.blogspot.com.br/2014/05/campanha-antes-que-assassinem-o-casal.html
***
Fim da Primeira Parte do Texto.
Para ter acesso a segunda parte do texto, Click no link abaixo:
http://mess-tpi.blogspot.com.br/2014/05/campanha-antes-que-assassinem-o-casal.html





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