sexta-feira, 23 de maio de 2014

Campanha Antes que Assassinem o Casal de Denunciantes da Máfia do Transplante de Medula Óssea, Herlene e Ivo Sotn (1° parte do texto)


Campanha Antes que Assassinem o Casal de Denunciantes da Máfia do Transplante de Medula Óssea, Herlene e Ivo Sotn

*Esta campanha tem base no caput do artigo 5° da Constituição Federal (inviolabilidade do direito à vida) e seguirá as recomendações para campanhas da legislação tributária vigente, com prestação de contas, ao final, à Secretaria da Fazenda do Estado da Bahia e à Receita Federal do Brasil, para o pagamento do ITCMD e esclarecimento quanto a possíveis doações internacionais. Por conta de seu alto teor denunciatório contra o Gueto Genético da Morte instituído no Brasil pela Máfia do Transplante de Medula Óssea, este documento foi autenticado em cartório e enviado em anexo à Procuradoria Geral da República, Polícia Federal do Brasil, Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil, Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, nos Estados Unidos, e ao Tribunal Penal Internacional e Corte Internacional de Justiça, órgãos supremos da justiça internacional, sediados em Haia, na Holanda. O documento tem exatas 50 páginas, ricas em gráficos e imagens cruciais para o entendimento de nossa luta. Nosso trabalho, a partir da veiculação, nas mídias sociais, do conteúdo da PETIÇÃO DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES HEMATOLÓGICOS, onde abordamos com irrefutabilidade jurídica e científica a inconstitucionalidade da Portaria N° 844 e irregularidades na condução das políticas e programas para transplante de medula óssea no Brasil, passou a contar com informantes extraoficiais de diversas partes do Brasil e do mundo, profissionais que, apesar de estarem por trás de instituições encabrestadas pela diplomacia, não suportavam mais ver as sujeiras dos dirigentes brasileiros na condução de um Genocídio contra crianças carentes negras, índias e mestiças brasileiras portadoras de leucemia, ligados a instituições de peso internacional, como o National Marrow Donor Program, banco americano de doadores de medula óssea, World Marrow Network for a Blood & Marrow Transplantation, Federação Europeia de Imunogenética, World Marrow Donor Association, Interpol, Mossad, Tribunal de Contas da União, Serviço Federal de Processamento de Dados, Datasus e o próprio Instituto Nacional de Câncer, dentre outros. Todas as informações oriundas destas fontes foram enviadas para o MESS de forma gratuita e extraoficial, para fins de uso humanitário. Nosso interesse em escrever algo tão extenso e pormenorizado tem uma finalidade específica: municiar com o máximo de informações a respeito de nossa luta a todos que tiverem acesso ao mesmo. Recomendamos que nenhuma doação seja feita sem que cada um destes dados sejam analisados.

Foto: Herlene e Ivo Sotn – 11 de dezembro de 2011- Camaçari, Bahia. Arquivo de família.



Foto ilustrativa para o vídeo da gravação da conversa telefônica entre Ivo Sotn e o doutor Luis Fernando Bouzas. Fontes das fotos utilizadas: arquivo de família de Ivo Sotn, Globo News, Google e INCA.

    Campanha para a arrecadação de fundos para garantir a saída imediata do Brasil do casal responsável pela investigação e denúncia perante o Tribunal Penal Internacional contra a matança promovida pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA)/Ministério da Saúde do Brasil contra crianças carentes negras, índias e mestiças portadoras de leucemia e outros cânceres hematológicos, através das ações criminosas da Máfia do Transplante de Medula Óssea, organização chefiada pelo doutor Luis Fernando da Silva Bouzas, empresário fraudulento do ramo de transplantes de medula óssea, através da empresa Serviços Médicos Bouzas e Brandão Ltda, nome fantasia Medcel Medicina Celular, e maior autoridade do governo Dilma Rousseff para as políticas relacionadas ao transplante de medula óssea, ocupando no Ministério da Saúde do Brasil os cargos de diretor do Centro de Transplante de Medula Óssea do Instituto Nacional de Câncer e os cargos de coordenado nacional do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea (Redome), do Registro Nacional de Receptores de Medula Óssea (Rereme), do Registro Nacional de Sangue de Cordão Umbilical (Renacord) e da rede brasileira de bancos públicos para armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário, a Rede BrasilCord. O doutor Luis Fernando Bouzas é responsável por chefiar a organização criminosa intitulada Máfia do Transplante de Medula Óssea, responsável por instituir no Brasil um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças carentes negras, índias e mestiças portadoras de cânceres hematológicos, em prol do monopólio criminoso sobre as atividades legais e ilegais relacionadas ao transplante de medula óssea no país, ao lado do empresário do ramo de transplantes de medula óssea e ex-ocupante de seus cargos no INCA/Ministério da Saúde, doutor Daniel Tabak, dono da empresa Centron, Centro de Tratamento Oncológico, responsável pela cura da autora de novelas Glória Perez, do doutor Vanderson Rocha e doutora Yana Novis, chefes do Serviço de Transplante de Medula Óssea do Hospital Sírio-Libanês, responsáveis pelos tratamentos onco-hematológicos da presidente Dilma Rousseff e do ator Reinaldo Gianecchini, do doutor Nelson Hamerchlak, chefe do Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Israelita Albert Einstein, responsável pelo transplante de medula óssea da atriz Drica Moraes, do diretor-geral do INCA, doutor Luís Antônio Santinni, e do presidente da fundação mantenedora do INCA, a Fundação do Câncer, doutor Marcos Fernando Oliveira Moraes, responsável pelo tratamento da atriz Patrícia Pillar, do ex-ministro do ex-ministro da saúde, Alexandre Padilha, do atual ministro da Saúde, Artur Chioro, do coordenador do Sistema Nacional de Transplantes, doutor Helder Murati, do secretário de atenção à saúde da Secretaria de Atenção à Saúde, doutor Helvévio Miranda Magalhães Júnior, e do presidente da Hemobrás, Rômulo Maciel Filho, dentre outros renomados profissionais da saúde brasileira.

            A Máfia do Transplante de Medula Óssea desenvolveu, ao longo de seus 21 anos de funcionamento dentro do INCA/Ministério da Saúde, a partir da criação do Registro Nacional de Doadores Voluntários de Medula Óssea, o Redome, pelo casal de médicos Maria Eliza Hue Moraes e José Roberto Feresin Moraes, no INCA, no ano de 1993, um complexo de esquemas e subesquemas de corrupção para suprir a demanda no mercado negro internacional de células-tronco hematopoiéticas (CTH, a medula óssea), tornando o Brasil no maior exportador mundial deste rico material genético, capaz de restituir a vida a milhares de pessoas em todo o mundo afetadas de leucemias e outros cânceres passíveis de transplante de medula óssea.
   Dentre as atividades supracitadas exploradas pela Máfia do Transplante de Medula Óssea, contam-se:


Fotografia: placenta e cordão umbilical, material rico em células-tronco hematopoiéticas, traficadas pela Máfia do Transplante de Medula Óssea para todas as partes do mundo. Fonte: Diário de Biologia.

1° Esquema de Corrupção:

            Monopólio e tráfico internacional de células-tronco hematopoiéticas (a medula óssea) de doadores de medula óssea cadastrados no Redome e de sangue de cordão umbilical e placentário doados à Rede BrasilCord, que congrega os bancos públicos para armazenamento de sangue de cordão umbilical e placentário no país, e células-tronco hematopoiéticas processadas e armazenadas em bancos privados e concentração criminosa dos cadastros do Redome nos Estados de maior atuação da Máfia, no eixo Sul/Sudeste do país, aumentando, desta forma, as chances de pacientes da raça branca na identificação de doadores de medula óssea, uma vez que o transplante de medula, por depender de quase 100% de compatibilidade entre o doador e o receptor, requer que ambos sejam de um mesmo grupo étnico, o que significa que, se tivermos um registro de doadores com uma predominância da raça branca, as outras representações raciais ficarão segregadas num “Gueto Genético”, com suas chances criminosamente diminuídas. Os gráficos a seguir, da Rede Brasil de Imunogenética, dão uma dimensão do crime que foi cometido, a partir de 1993, com a criação do Redome, por estes indivíduos que estão à frente das principais instituições brasileiras para o tratamento onco-hematológico.





Através dos gráficos anteriores, podem-se notar as dificuldades encontradas pelas outras representações raciais diante da raça branca. Apesar de ser maioria na população brasileira, negros, índios e mestiços estão segregados nos registros do Redome, que concentrou 43% de suas vagas, ao longo de 21 anos de funcionamento, para brancos. Fonte: Rede Brasil de Imunogenética.

Foto: distribuição de 3.093.847 doadores do Redome por Estado. O Estado de São Paulo, reduto escolhido pela Máfia para a concentração dos cadastros do Redome e Centros para transplante de medula óssea, conta com 831.790 destes doadores de medula óssea.
Fonte: http://imunogenetica.org

2° Subesquema de Corrupção:

            Coleta ilegal (sem o consentimento das parturientes), processamento e armazenamento ilegal em bancos privados e públicos da Rede BrasilCord de sangue de cordão umbilical e placentário obtidos através da usurpação de resíduos de parto (placenta e cordão umbilical). Este material é rico em células-tronco hematopoiéticas, com capacidade de substituir, através do transplante, uma medula óssea deficitária.

3° Subesquema de Corrupção:

            Inserção de dados falsos de doadores de medula óssea no Registro Nacional Doadores Voluntários de Medula Óssea, o Redome, para a usurpação das verbas pagas pelo Ministério da Saúde por exames de histocompatibilidade (HLA), o que gerou no ano de 2013 uma verdadeira onda de protestos online de internautas que haviam tentado confirmar seus cadastros no Redome e recebiam a resposta de: “Cadastro inexistente”, o que gerou a criação de um grupo no Facebook intitulado: NOSSOS CADASTROS NO REDOME JÁ! É O NOSSO DIREITO DE DOADOR!, grupo formado por 805 militantes voluntários na área de captação de doadores de medula óssea. O exame de HLA é utilizado em todos os doadores cadastrados em registros de doadores de medula óssea no mundo todo, pois é o que vai determinar as características genéticas daquele doador, para a comparação de compatibilidade com possíveis receptores. Enquanto nos Estados Unidos e grande parte dos países da Associação Mundial de Doadores de Medula Óssea (World Marrow Donor Association) é utilizada a técnica do cotonete bucal, cujo exame consiste em esfregar um cotonete nas paredes da bochecha para a coleta de material genético, um processo mais barato (cerca de US$ 62,00 dólares), simples (por não envolver retirada de sangue, pode ser feita em qualquer lugar) e indolor, no Brasil é realizada a coleta de sangue, operação muito mais dispendiosa e arcaica, mantida apenas com o fim de encher os cofres da Máfia, uma vez que a mesma domina todos os laboratórios públicos e privados que realizam este tipo de exame. Se nos Estados Unidos o banco americano de doadores de medula óssea, National Marrow Donor Program, gasta US$ 62 dólares para cadastrar um doador de medula óssea, no Brasil, de acordo com a Portaria N° 844, este valor é de R$ 375,00 reais, fraude que gerou uma situação de desvio de cerca de R$ 267 milhões de reais em 21 anos de funcionamento do Redome, soma correspondente a cerca de 700 mil doadores fantasmas cadastrados no registro (doadores cadastrados com exames clonados de doadores já cadastrados no registro, oriundos de bancos de sangue de cordão umbilical e placentário (BSCUP) privados ou de doadores que simplesmente tiveram seus dados destruídos (até o ano de 2013, quando fizemos a denúncia contra a destruição de dados cadastrais no Redome, o doador, na maioria das vezes, não recebia nenhuma carteira ou número de seu cadastro do registro, o que facilitava a fraude).


 Foto da página do grupo: Nossos cadastros no Redome já!, criado no Facebook por militantes voluntários da causa onco-hematológica brasileira, para denunciar a destruição de dados cadastrais de doadores de medula óssea do Redome. Fonte: MESS-Arquivos.

4° Subesquema de Corrupção:
           
            Pagamento de propinas milionárias a auditores do Tribunal de Contas da União para que os laboratórios de imunogenética (pertencentes a empresários de fachada, dominados, virtualmente, pela Máfia) mantenham os lucros sobre os exames de HLA convencionais (vide texto acima), em detrimento da técnica dos cotonetes bucais.

5° Subesquema de Corrupção:

            Lucro através do recebimento de propinas milionárias das gigantes farmacêuticas produtoras das drogas quimioterápicas e pós-quimioterápicas para não realizar o transplante de medula óssea em pacientes carentes com doadores já identificados e em condições clínicas favoráveis para se submetem ao transplante, com o fim torpe de prolongar o tratamento doloroso de quimioterapia e pós-quimioterapia, administradas com drogas caríssimas fornecidas, mediante contratos fraudulentos firmados entre indústrias farmacêuticas e integrantes da Máfia responsáveis pela compra destas drogas no Ministério da Saúde. Quanto mais tempo um paciente permanecer doente, mais caro para o Estado, mais rentoso para a Máfia (...).

6° Subesquema de Corrupção:

            Venda de transplante de medula óssea para pacientes da rede privada em Hospitais públicos (...).

7° Subesquema de Corrupção:

            Realização de TMO alogênicos em centros não credenciados pelo Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde/Ministério da Saúde. As fotografias abaixo foram tiradas do site da clínica e laboratório Serviços Médicos Bouzas e Brandão, nome fantasia Medcel Medicina Celular, empresas de propriedade do doutor Luis Fernando Bouzas e sua esposa, Andrea Brandão. Na fotografia N° 2, pode ser ler claramente:

“A equipe médica da Medcel está autorizada pelo Sistema Nacional de Transplantes a realizar transplantes de medula óssea autogênicos (do paciente para si próprio) e alogênicos (com doador selecionado), estando credenciada a realizar estes procedimentos em diversos hospitais do Rio de Janeiro, como o Pró-cardíaco e o Hospital Central de Niterói”.

Detalhe: se procurarmos no site do Datasus/Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde, não encontraremos nenhum dos hospitais citados dentre os cadastrados a realizar este tipo de procedimento, como pode-se constatar através da tabela na terceira imagem a seguir. Insta frisar que, após a divulgação da identidade dos verdadeiros donos da Medcel Medicina Celular pelo MESS, no dia 2 de outubro de 2013, o site da empresa, hospedado no endereço: http://medcel.net.br, foi tirado do ar.


Foto: corpo clínico da empresa ilegal do ramo de transplantes do doutor Luis Fernando Bouzas (o último, à direita). Após a divulgação das identidades dos verdadeiros donos, o site foi retirado do ar.
Fonte:  http://medcel.net.br – MESS - Arquivos.



Foto: Atividades fraudulentas da Medcel Medicina Celular.
Fonte: http://medcel.net.br – MESS - Arquivos.

8° Subesquema de Corrupção:

            Maximização do capital de instituições privadas gerenciadas por membros da Máfia com verbas públicas (bancos de sangue de cordão umbilical e placentário dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês, e das faculdades de medicina da Universidade de São Paulo em Campinas e Ribeirão Preto) (...).

9° Subesquema de Corrupção:
           
            Lobby: uso da bandeira da causa onco-hematológica brasileira para eleger, fortalecer ou empossar membros da Máfia em cargos públicos estratégicos, com o objetivo de legislar e administrar em prol dos interesses da organização (Beto Albuquerque, Humberto Costa, Jorge Solla, José Gomes Temporão, Alexandre Padilha, Diogo Mendes, etc.) (...).

10° Subesquema de Corrupção:

            Lucro sobre as atividades de transplantes de medula óssea na rede privada, através da violação da lista de espera para transplante de medula óssea em prol de pacientes de hospitais particulares, controlados pela organização (vide os casos do doutor Daniel Tabak, fundador e um dos líderes da Máfia, que ocupou o cargo do doutor Luis Fernando Bouzas no INCA de 1987 a 2003 e o caso do próprio Bouzas: http://www.istoe.com.br/reportagens/17905_ROTA+DE+COLISAO+NA+SAUDE) (...).

11° Subesquema de Corrupção:

            Lucro sobre o armazenamento de SCUP na rede privada, através de estelionato: mesmo com as recomendações da Organização Mundial de Saúde, da WBMT, da WMDA, etc., da própria Anvisa e Ministério da Saúde do Brasil, da maioria dos próprios membros da Máfia de que o armazenamento na rede privada é desnecessário (recomendação feita de modo teatral, apenas publicamente, uma vez que eles, por estarem em contato permanente com membros ilustres das mais importantes sociedades ligadas à terapia celular, precisam passar uma imagem de profissionais éticos e este tipo de prática (armazenamento de cordão umbilical na rede privada) é visto como um estelionato pelos profissionais sérios da área, uma vez que estas empresas que oferecem armazenamento de células-tronco valem-se da completa ignorância de seus clientes sobre o assunto (as chances de um cordão umbilical armazenado na rede privada ser utilizado pelo próprio paciente são perigosas, geneticamente, e inferiores a 1%, de acordo com o Eurocord, rede de bancos europeia e National Marrow Donor Program, banco americano, uma vez que, se a criança doadora do cordão apresentar um diagnóstico de qualquer doença maligna hematológica as próprias células do "cordão" armazenado tem grandes chances de ter vestígios da doença).
            A Máfia possui uma equipe vasta, preparada, espalhada pelas maternidades de todo o país e até em alguns países do exterior, atentas as gestantes com poder aquisitivo, capazes de pagar cerca de R$ 3.000 reais para o armazenamento do SCUP nestes bancos privados mais uma taxa anual de cerca de R$ 600,00 (seiscentos reais). Estas gestantes são induzidas a pagar pelo armazenamento do SCUP de seus bebês nestes bancos, enganadas pela certeza de que estão fazendo um grande investimento para o futuro de seus filhos, o que constitui estelionato (...).


Foto tirada do site de um dos bancos de armazenamento de sangue de cordão umbilical, o CordVida, pertencente a uma das células mais atuantes e renomadas da organização criminosa, a cientista Lygia da Veiga Pereira. Entre os dias 22 e 29 de julho de 2013, Ivo Sotn e Lygia da Veiga Pereira iniciaram uma conversa via Facebook. Ao perceber a dimensão das informações do MESS, através de uma pergunta sobre imunogenética simples, feita por Ivo Sotn, mas bastante comprometedora para alguém envolvida diretamente com a Máfia responder, ela simplesmente desapareceu. A conversa pode ser lida em:  http://genomabrasil.blogspot.com.br/2014/01/conversa-com-cientista-lygia-da-veiga.html
MESS - Arquivos.

12° Subesquema de Corrupção:

            Substituição de SCUP dos tanques de bancos privados por sangue comum (material incapaz de ser utilizado num transplante) para a utilização, sem o consentimento dos pais, donos do material, através do tráfico, em transplante de medula óssea pagos por pacientes da rede privada (...).

13° Subesquema de Corrupção:

            Armazenamento ilegal de SCUP nos bancos da Rede BrasilCord, colhidos ilegalmente em maternidades das redes pública e privada, sem o consentimento das parturientes (...).

14° Subesquema de Corrupção:

            Implantação clandestina, em solo brasileiro, através - sobretudo - do Porto de Santos, em laboratórios e bancos fraudulentos como a Medcel, Cryopraxis, CordVida, Criogênesis, BCU, etc., de tanques de nitrogênio líquido para armazenamento de SCUP, produzidos pelas multinacionais Thermogenesis e Totipotente RX, para armazenamento ilegal de SCUP obtidos de forma ilegal em maternidades de todo o país (...).

15° Subesquema de Corrupção:

            Recebimento de propinas milionárias sobre a "venda" da concessão à Thermogenesis para equipar os laboratórios da Rede BrasilCord com tanques de nitrogênio líquido e demais equipamentos (...).

16° Subesquema de Corrupção:

            Monopólio sobre as atividades transfusionais no Brasil, através da manutenção de membros da Máfia nestes cargos estratégicos - Sistema Nacional de Sangue e Hemoderivados, Hemobrás e hemocentros estaduais (...).

17° Subesquema de Corrupção:

            Pagamento de propinas e uso dos órgãos do Ministério da Saúde para favorecimento de ONGs comandadas por executivos (a) corruptos, os quais participam daquilo que se evidenciou, perante nossas investigações como a " Grande farsa dos defensores da causa onco-hematológica perante a sociedade" - vide Merula Steagall, Carmem Vergueiro, Núbia Mendonça, Roberto Sá Menezes, etc.


A presidente da Abrale Merula Steagall e o ministro Alexandre Padilha, na reunião do dia 8 de agosto de 2012: uma farsa macabra para esconder da população brasileira a Portaria N° 844, que limitou criminosamente as chances à vida de crianças brasileiras negras, índias e mestiças brasileiras portadoras de leucemia. Foto: Abrale.

18° Subesquema de Corrupção:

            Uso dos órgãos do Ministério da Saúde/Governo Federal para financiar, por meio de "suborno legal", associações e sociedades científicas, no intuito de manter pesquisadores renomados da área de terapia celular e jovens estudantes encabrestados pelos interesses da Máfia nas áreas de pesquisas: manter a população brasileira em erro, enganada quanto suas reais necessidades na área do tratamento onco-hematológico - vide os dados vazados displicentemente pela Sobope (Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica) sobre as MAIS DE 3 MIL CRIANÇAS PORTADORAS DE LEUCEMIA LINFÓIDE AGUDA, em agosto de 2013, dados estes passados de forma displicente pela doutora Carla Donato Macedo, quando quis comemorar publicamente o fato de a Sobope, ao lado da Abrale e a Ameo, terem "conseguido" a garantia do medicamento L - asparaginase para o tratamento de mais de 3 MIL CRIANÇAS (SÓ CRIANÇAS) portadoras de leucemia linfóide aguda, número muito distante do praticado pela Máfia, através do Ministério da Saúde, para manter a população em erro e relativizar a dimensão do problema onco-hematológico, número que varia entre 1.000 e 1.500 pacientes que aguardam por transplante de medula óssea (...).

19° Subesquema de Corrupção:

            Monopólio sobre os centros de transplante de medula óssea, concentrando-os nos estados com o maior número de representantes da Máfia, Sul e Sudeste. De acordo com o Datasus, dos 28 centro habilitados a realizar o transplante de medula óssea alogênico (feito entre o doador e o receptor) 25 deles estão nesta área, 16 só no Estado de São Paulo (...).


 Foto acima: Tabela de Centros de Transplante de Medula Óssea habilitados a realizar transplante alogênico (com doador selecionado pelo Redome) no Brasil. Fonte: site do Datasus/CNES – MESS – Arquivos.

20° Subesquema de Corrupção:

            Abastecimento do mercado global na demanda por células-tronco hematopoiéticas, através do envio de material genético do povo brasileiro para todas as partes do mundo onde se pratica o transplante de células-tronco hematopoiéticas  (TCTH).

            Antes de contribuir com nossa campanha, leiam com atenção nossa mensagem ao povo brasileiro e comunidade internacional.
           
Uma breve explicação sobre a legitimidade de nossa organização.

            O MESS - Serviço de Inteligência Extraoficial Para Investigação e Denúncia Junto ao tribunal Penal Internacional foi fundado por mim, Ivo Sotn (Ivonilson Santos Sousa), e minha esposa Herlene Sotn (Herlene Hilze de Araújo Souza) no dia 9 de outubro de 2012, através da publicação do: DOSSIÊ DR. ALEXANDRE "MENGELE" PADILHA

Documento que reúne o abaixo-assinado virtual intitulado:

PETIÇÃO REVOGAÇÃO DA PORTARIA N° 844, DE ALEXANDRE PADILHA, MINISTRO DA SAÚDE DO BRASIL

 E, a partir do dia 29 de outubro de 2012, da:

PETIÇÃO DENUNCIATÓRIA À PRESIDENTE DILMA ROUSSEFF, EM FAVOR DAS CRIANÇAS NEGRAS BRASILEIRAS PORTADORAS DE CÂNCERES HEMATOLÓGICOS
            Na página Sob o Sol de Auschwitz, página do documentário que estávamos produzindo com o intuito de expandir os registros de doadores de medula óssea no Redome e instruir a população quanto aos benefícios da doação de medula óssea, além de contar a triste história ocorrida com nossa família em 2007, quando perdemos a Evelyn, minha sobrinha, para a Máfia do Transplante de Medula Óssea. A sigla MESS é uma homenagem nossa a ela. Significa: Movimento Evelyn Sousa da Silva.


Foto acima: Evelyn em seu leito, no Hospital São Rafael – Início de 2008 – Salvador, Bahia. Fonte: arquivo de família.

 A produção deste documentário foi interrompida com a instituição da Portaria N° 844, contra a qual passamos a lutar.

(Sobre a produção do documentário Sob o Sol de Auschwitz, ler a matéria do dia 1 de outubro de 2012: O INCENTIVO PELA DOAÇÃO DE MEDULA ÓSSEA SERÁ TEMA DE DOCUMENTÁRIO PRODUZIDO EM CAMAÇARI: https://camacarinoticias.com.br/leitura.php?id=186515)

            Evelyn foi uma das milhares de vítimas da Máfia do Transplante de Medula Óssea, assassinada no dia 13 de agosto de 2008, após ter tido sua cura anunciada pela doutora Núbia Mendonça, médica empresária do ramo oncológico, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica (Sobope), diretora do Gaac (Grupo de Apoio à Criança com Câncer) e membro relevante da Máfia na Bahia, ao lado do presidente do Gaac, Roberto Sá Menezes, do ex-secretário de saúde, Jorge Solla, da presidente da Associação dos Transplantados da Bahia, Márcia Chaves, do presidente da Fundação Hemoba, José Raimundo Mota de Jesus, e do chefe do serviço de transplante de medula óssea dos hospitais Professor Edgar Santos e São Rafael, doutor Marco Aurélio Salvino. As pessoas supracitadas, reunidas em conluio, decidiram não renovar o convênio que o Hospital Português, privado, tinha com a Secretaria de Saúde do Estado da Bahia para realizar transplante de medula óssea em pacientes carentes, oriundos da rede pública, suspendendo assim, no ano de 2007, as atividades para transplante de medula óssea no Estado para pacientes da rede pública, uma vez que estes procedimentos continuaram sendo realizados clandestinamente para pacientes particulares, nos hospitais Português e São Rafael, estabelecimentos estes não credenciados para realizar este tipo de procedimento pelo Ministério da Saúde.
            Os meios utilizados para o assassinato de Evelyn constituem uma das facetas mais perversas utilizadas pelos membros desta perversa organização: erradicar o câncer do paciente carente apenas em nível clínico, com a supressão dos sintomas da doença através de seções de quimioterapia/radioterapia, e diagnosticar, de forma perversamente capciosa, a sua cura, com o fim de não realizar o transplante de medula óssea em pacientes carentes que, na maioria das vezes, tem doador compatível nos registros do Redome. Na maioria das vezes, o câncer volta de uma forma muito mais agressiva e a recidiva e quase sempre letal. 
            Levado pelo desespero de ver minha sobrinha sendo assassinada aos poucos, por criminosos frios, cheguei ao extremo de manter uma moça refém, através de um sequestro, no banheiro da Clínica Ser, no bairro de Amaralina, Salvador, Bahia, no dia 7 de março de 2007, ano da suspensão do convênio para transplante de medula óssea pela Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. Em meu desespero, tentei negociar a liberdade da refém com o governo do Estado pela transferência de minha sobrinha Evelyn, na época com 3 anos de idade, para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, referência internacional em transplante de medula óssea. Após 10 horas de negociações, a refém teve um mal-estar e acabei libertando-a. Eu sabia que não tinha o direito de expor ainda mais a sua vida a todos aqueles riscos, mas a certeza de que se eu a libertasse estaria atirando para bem longe a única chance de minha Evelyn ser curada da leucemia me oprimia. Eu sabia que Evelyn morreria... e foi o que aconteceu.

 Foto: prisão de Ivo Sotn. Fonte: Correio.
Mais sobre o sequestro:


    O Movimento Evelyn Sousa da Silva nasceu com a finalidade de revogar a Portaria Ministerial N° 844, baixa da pelo ex-ministro da saúde do Brasil, Alexandre Padilha, no dia 2 de maio de 2012, o que ocorreu no dia 25 de setembro de 2013, com a instituição da Portaria Ministerial N° 2.132, e denunciar ao Tribunal Penal Internacional, Corte Internacional de Justiça e comunidade científica internacional a criação de um Gueto Genético da Morte no Brasil contra crianças carentes negras, índias e mestiças portadoras de leucemia, como a nossa Evelyn, por meio da concentração dos registros de doadores voluntários de medula óssea e atividades ligadas ao transplante de medula óssea nos Estados das regiões Sul e Sudeste do Brasil, regiões de predominância da raça branca, o que subtrai criminosamente as chances de crianças de outras representações étnicas, uma vez que o transplante de medula óssea, diferentemente dos outros órgãos, requer uma compatibilidade de quase 100% entre o doador e o receptor, compatibilidade esta conseguida mais facilmente em grupos raciais homogêneos, ou seja, se a Máfia concentrou os registros do Redome em Estados onde prevalece a raça branca, os pacientes brancos terão, matematicamente, chances muito maiores em encontrar um doador compatível que as outras representações raciais.



            As atividades do MESS têm espeque nos termos do parágrafo I do artigo 15 do Estatuto de Roma (anexado à legislação brasileira por meio do Decreto N° 4.388, de 25 de setembro de 2002 e Emenda Constitucional N° 45, de 30 de dezembro de 2004) responsável por punir indivíduos no mundo por Crimes Contra a Humanidade, artigo que trata sobre a possibilidade da abertura de um inquérito pelo procurador-geral do Tribunal, baseado no recebimento de informações sobre a prática de um ou mais crimes da competência do Tribunal Penal Internacional e legitimidade com base nos incisos XVII e XVIII do artigo 5° da Constituição Federal do Brasil.

Foto: cópia do Protocolo Tribunal Penal Internacional - MESS, assinado em Haia, Holanda, no dia 17 de fevereiro de 2014, pelo chefe da Unidade de Informação e Evidência do Gabinete do Procurador, Mark P. Dillon, o que legitima a atuação do MESS perante o Tribunal.



            No dia 8 de outubro de 2013 recebemos uma ligação do doutor Luis Fernando Bouzas, empresário do ramo de transplantes de medula óssea, maior autoridade do governo Dilma Rousseff para as políticas nesta área (em desacordo com as determinações legais, as quais proíbem que empresários ocupem a chefia de cargos públicos relacionados com a área de atuação de sua empresa) e chefe supremo da Máfia do Transplante de Medula Óssea, denunciado pelo MESS à comunidade internacional sob a acusação de chefiar a organização criminosa responsável por instituir no Brasil, de acordo com os termos dispostos nos artigos 6 e 7 do Estatuto de Roma, os quais tipificam os crimes de Genocídio e Apartheid Racial, um verdadeiro Gueto Genético da Morte contra crianças negras, índias e mestiças portadoras de cânceres hematológicos, em prol do monopólio sobre as atividades legais relacionadas ao transplante de medula óssea e sobre o comércio ilegal do tráfico internacional de células-tronco hematopoiéticas (a medula óssea), retiradas ilegalmente de doadores voluntários cadastrados no Redome, de bolsas de sangue de cordão umbilical e placentário armazenadas na rede de bancos públicos de sangue de cordão umbilical do Ministério da Saúde, a BrasilCord, e de placentas e cordões umbilicais retirados ilegalmente do lixo hospitalar de maternidades das redes pública e privada de todo o país.

            O doutor Luis Fernando Bouzas estava desesperado, por conta de nossas últimas ações denunciatórias. Uma delas foi o envio de uma carta ao presidente da WBMT, entidade da Organização Mundial de Saúde para as políticas de sangue e transplante de medula óssea, Dietger Niederwieser, no dia 1 de outubro de 2013 e publicada, por volta das 19:00, sob o título do workshop que estava sendo realizado em Salvador pela WBMT, com o título: 2 WORKSHOP WBMT-SALVADOR-BAHIA-BRAZIL: MAFIA BONE MARROW TRANSPLANTATION, posteriormente alterado para: VENDE-SE CÉLULAS-TRONCO HEMATOPOIÉTICAS PARA TRANSPLANTE, com a participação de autoridades mundiais da área de transplante de medula óssea. Os anfitriões deste workshop, ninguém menos que alguns de nossos principais genocidas: Luis Fernando Bouzas, Marco Aurélio Salvino e Adriana Seber, dentre outros.  

            No dia 2, esta carta foi enviada aos líderes das principais sociedades e instituições de transplante de medula óssea no mundo (Federação Europeia de Imunogenética, National Marrow Donor Program, World Marrow Donor Association, Europen Group for Blood and Marrow Transplantation, etc.), muitos dos quais estavam em Salvador, Bahia, participando do workshop, para o desconforto geral... Através desta publicação, revelamos, pela primeira vez, as verdadeiras identidades dos donos da empresa fraudulenta do ramo de transplantes, a Medcel Medicina Celular: o doutor Luis Fernando Bouzas e sua esposa, Andrea Brandão, informação enviada por um de nossos informantes no Governo Federal no dia 21 de julho, detalhada com endereço, número da portaria que concedeu autorização para o laboratório funcionar junto à Vigilância Sanitária, número da página do Diário Oficial do Estado do Rio de Janeiro. Só tivemos que descobrir quem era Andrea Brandão, nome que até aquele momento não tinha aparecido em nossas investigações. Após muito trabalho, descobrimos que se tratava da esposa do doutor Luis Fernando Bouzas. A dificuldade na identificação foi por conta dos sobrenomes diferentes. Ligamos para a Medicel Medicina Celular, nos passando por clientes interessados em realizar um transplante de medula óssea e descobrimos mais detalhes sórdidos sobre os negócios do doutor Bouzas: a empresa estava em funcionamento desde o ano de 2011. As conversas foram gravadas e podem ser ouvidas em:

            Ao ver os segredos sujos de sua organização criminosa revelados para o mundo científico e jurídico internacional, o doutor Luis Fernando Bouzas se desesperou. Acabou nos telefonando.

            Ao longo de 1 hora, 27 minutos e 36 segundos, a maior autoridade do governo Dilma Rousseff em políticas para transplante de medula óssea tentou nos convencer a irmos ao Rio de Janeiro para receber suborno, oferecendo-nos, em troca de nosso silêncio, uma cadeira nas reuniões de cúpula do INCA/Ministério da Saúde para que, juntos, decidíssemos sobre os novos rumos das diretrizes das políticas para transplante de medula óssea e armazenamento de células-tronco de sangue de cordão umbilical e placentário no país. Na madrugada seguinte à ligação, mandamos uma carta expressando categoricamente que não aceitaríamos suborno, pedindo apenas que o doutor Luis Fernando Bouzas intermediasse a nossa saída do Brasil via Governo Federal/Ministério de Relações Exteriores, uma vez que passávamos, graças ao conteúdo daquela ligação, a condição de perigosíssimas ameaças vivas à imagem do governo da presidente Dilma Rousseff e mais algumas centenas de onco-hematologistas, geneticistas e políticos poderosos:  

            Por conta de nossa recusa de suborno, passamos a sofrer uma perseguição terrível, num nível muito maior e insuportável. Nos dias seguinte à ligação, 9 e 10 de outubro, não saímos de casa. E no dia 10, quando nos dirigíamos à Associação Paulo Tonucci, situada aqui em Camaçari, Bahia, para pegarmos um dinheiro referente à venda de um quadro pintado por Herlene para uma das funcionárias daquela instituição (já não tínhamos em casa nem o que comer, por conta desta perseguição e uma quase tentativa de homicídio no dia 26 de setembro daquele ano:
http://genomabrasil.blogspot.com.br/2014/01/qual-teria-sido-meu-destino-se-o-pneu.html ). 

            Na oportunidade, fomos seguidos pessoalmente por um empresário petista local, um dos responsáveis pelo comando da vigilância ilegal praticada por militantes locais do PT, sob ordens da direção-geral do partido/Governo Federal. Com medo de morrer e levarmos conosco os rostos de alguns de nossos principais perseguidores, passamos a fazer vídeos e a tirar fotografias com nossos próprios celulares, publicando-os nas mídias sociais, no intuito também de retardar nossos assassinatos, uma vez que, ao publicar fotografias de diversos de nossos perseguidores, expandimos as chances da polícia chegar aos principais envolvidos, como pode ser constatado nestes links:






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